quarta-feira, outubro 19, 2011

Tomando uma Decisão na minha vida...


Meu filho sempre chamava ate que um dia para agradá-los acabei indo e fiquei. Eu não ia sempre meu marido não gostava então em um domingo meu filho com as crianças da igreja iam sair fazer visitas e como não tinha quem levasse eu leve, ali em diante sempre íamos acompanhar meu filho mais novo e comecei a me sentir diferente, devido a tanto sofrimento que passei nessa vida meu coração começou a ficar calmo, comecei a ver a vida de outra maneira. E um dia fomos todos juntos e ali tomei a decisão que minha vida ia ser diferente, meu marido perguntou se eu iria largar dele, disse que não, mas vou servir a Deus e se você quiser me acompanhar ficarei Feliz. Ali em diante comecei a mudar o meu destino, eu tinha mais forças para suportar as lutas então eu e meus filhos estávamos começando uma nova vida.

Meus filhos indo para Igreja....


Meu filho Luciano ia para igreja todos os sábados, então um dia ele se arrumou para fazer uma visita em outra igreja e colocou um lindo terno quando eu vi comecei a chorar, estava lindo nem parecia ele. Fiquei olhando ele de longe e muito orgulhosa. Logo notei que tinha duas jovens na rua e começou a zombar dele e percebi que ele nem ligou e continuou. Comecei a ver que ele estava diferente, mudado. Ah mas logo ele levou o meu Ronaldo para acompanhá-lo sempre me convidava e sempre arrumava as minhas desculpas. Ronaldo freqüentando a igreja começou a querer participar com os jovens músicos, e entrou na Banda da Igreja e tão novinho dominava muitos bem os instrumentos. E começou a tocar na igreja, os dois começou a freqüentar cada vez mais a igreja e eu e meu marido ficávamos sozinhos. Apesar dos meus problemas eu estava muito feliz pelos meus filhos. Ronaldo cada dia estava com instrumento diferente, o maestro da Igreja percebeu que meu filho tinha força de vontade e mandava muito bem, mas eu nunca tinha visto meu filho tocar na igreja.

Luciano cresceu...


Meus filhos cresceram e como todos adolescentes eu já tinha um em casa o Luciano, um garoto muito amoroso, sempre foi meu braço direito desde pequeno, mas um dia sem que o percebessem cresceu. Então um dia ele chegou em casa e disse que uma amiga de escola convidou ele para ir na Igreja ele nunca tomava decisão antes de me perguntar, então disse a ele que fizesse o que o coração dele mandasse. Nessa época tínhamos um problema serio com o alcoolismo do meu marido. Meu filho foi conhecer a igreja e ai continuou nunca mais abandono. Ate chegou a me pedir um terno eu assustei por que não imaginava ele de terno e muito menos condições de comprar naquele momento, comentei com meu marido demos um jeito e fomos a uma loja comprar, como adolescente eu não coloquei muita fé que ele iria usar, mas mesmo assim eu comprei.

quinta-feira, outubro 13, 2011

Aprendendo a costurar...


Então começamos a trabalhar juntas pegando serviço de terceiro e eu como não entendia nada ficava observando tudo o que ela fazia. Às vezes quando ela ia embora eu sentava na maquina fazia os bolsinhos escondido e colocava no meio dos outros. Ela nunca percebeu e eu continuava, mas um dia ele percebeu que eu tinha feito muitos bolsos e perguntou-me se era eu que tinha feito. Não sabia o que dizer pensei que estava errado, mas disse que sim, ela riu e falou que estava certinho, ali em diante ela me colocou para fazer os bolsos, eu fiquei muito feliz pois passei a fazer a ajudá-la. Mas mesmo assim não deixava de observar e sempre perguntando e ela com muita paciência ensinava.

terça-feira, outubro 11, 2011

Conquistas....

Ela pegou na hora foi para casa dela e quando percebemos estava chegando com as maquinas de costuras e arrumamos na sala. Todo dia ela vinha trabalhar comigo, chegava cedo e ia só à noite às vezes ficávamos ate tarde mesmo eu não sabendo muito procurava ajudar o Maximo que podia, ela tinha muita paciência em me ensinar e se errava desmanchava e fazia de novo e assim foi indo....


Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5

Conquistas pela frente....


Fiquei quebrando a cabeça, pois não conseguia entender como fazia e não podia falar para o dono que eu não costurava. Então peguei o telefone e liguei para ela, ela morava em outro bairro Maria Eugenia, vinha á pé mesmo somente para me ensinar e às vezes ficava o dia todo. Ela costurava na casa dela e quando vinha para me ajudar sempre atrasava as suas costuras, mas não ligava em me ajudar. Eu queria trabalhar, queria ajudar meu marido e pagar as maquinas de costurar e o prazo de entrega estava vencendo, eu sempre ligava para ela e muita das vezes explicava por telefone mesmo. Certo dia me apurou nas costurar e acabei ligando novamente para ela. Então ela tomou a decisão de que levar as maquina na casa dela e poderíamos trabalhar juntas e me ensinaria melhor.

Trabalhando em casa....


Eu ficava apenas olhando, mas um dia eu me sentei em uma delas para saber como era e de cara quebrei, á maquina era muito rápida e ela voltou para a loja. Não tinha pratica, enquanto o serviço não me chegasse ficava praticando devagarzinho ate conseguir controlá-la, e depois de tantas agulhas quebradas finalmente consegui pegar o jeito e ficava o tempo todo praticando.
Um dia de tantas tentativas um homem aparece no meu portão e era o dono de uma firma de roupas e ele me trouxe um pouco de peças para fazer, eu aceitei e combinamos tudo e o serviço ficou ali. Mas eu não me dei conta o que eu tinha feito e quando fui ver eu não sabia nem o que era e muito menos como fazia. E lembrei que minha cunhada é uma excelente costureira e na mesma hora peguei o telefone e liguei urgente para ela. Contei tudo o que tinha acontecido, falei sobre as maquinas e sobre as peças e disse que não entendia de nada. No mesmo momento ela disse que viria me ajudar, me explicou tudo e disse quando eu precisasse era só chamá-la.

Meu marido me deu um presente........










Eu sempre tinha um sonho, era aprender a costurar, mas essa vontade me impedia não tinha pratica muito menos curso de corte costura. Eu sempre fui animada não gostava de maneira alguma de ficar parada enquanto eu não conseguia um emprego em minha própria casa sempre dava um jeito. Meu marido sabia desse meu sonho, e a tia dele tinha maquinas indústrias e quando eu ia vista-la ficava olhando e morrendo de vontade de sentar e apreender. Tinha um anuncio no jornal que as oficinas de costuras estavam dando serviços para fazer em casa, fiquei super animada no assunto. Mas como eu não tinha maquina fiquei apenas na vontade. Então meu marido saiu e não me disse para onde ia e logo chegou com uns papeis nas mãos e meu deu. Eu perguntei o que era ele disse que era apenas eu ler. Comecei a ler e olhei para ele e não acreditava naquilo então ele me disse:
Não era isso que você tanto queria?
Ele foi ate á loja e comprou duas maquinas de costura, fiquei super contente, quando chegou as maquinas ele arrumou um lugar e ficou perfeito e logo em seguida eu liguei naquele anuncio que estava no Jornal, era apenas uma preparação e deu tudo certo.

Dia Internacional do Deficiente Físico....

Hoje é dia internacional dos deficientes físico e fiquei muito surpresa ao ver uma reportagem de uma escola de Salto de Pirapora, eles valorizaram muito aqueles deficientes e eu fiquei muito admirada..



segunda-feira, outubro 10, 2011

Uma senhora especial que nos deixou.....




Um dia estava em casa e como de costume a vó dos meninos passava em casa para ver a gente. E já fazia alguns dias que ela não aparecia, resolvi ligar e descobri que ela estava muito doente, não parecia grave e estava fazendo uns exames, mesmo assim fui visitá-la. Aparentemente ela estava muito bem. Com o passar dos dias ela foi ficando cada dia pior, cada vez mais doente, ninguém sabia o que era ela era uma mulher forte, muito cheio de vida. Seus filhos começaram a se preocupar, ela nunca tinha ficado doente dessa maneira, eu muito preocupada ligava todos os dias para ter noticias. Então como de costume liguei novamente e sua filha disse que ela não estava nada bem, naquela mesma hora peguei meu carro e fui visitá-la ela estava muito estranha e a preocupação foi maior ainda. Seu neto que ela criou desde bebezinho ficou o tempo todo ao lado dela. Eu ligava todos os dias, os médicos fizeram vários exames para descobrir o que ela tinha. Então pela manhã recebi uma noticia muito triste que ela tinha falecido. Eu não acreditava comecei a chorar e na mesma hora fomos todos para á casa dela, era como nossa mãe, uma mulher muito amorosa. Seu neto sofria muito, estava desesperado. Eu o trouxe para casa e levei somente na hora do enterro. Quando tinha acabado o enterro ele não queria ir para á casa da vó e resolveu ir comigo, como estava nervosa sua mãe o deixouele ir comigo. Os dias foram passando e ele continuava comigo e não queria ir para casa de maneira alguma, dizia que queria morar comigo ele estava feliz junto de nós. E ele foi ficando ate superar o seu sofrimento e sua mãe deixou ate que ele se sentisse melhor. Então um dia sua mãe veio buscá-lo e como não tinha outro jeito ele foi embora chorando muito, sentimos muito é como se fosse nosso filho...

sábado, outubro 08, 2011

Consolo de Jesus....

Muitas vezes fico sem saber o que fazer que atitude tomar, e descobri que nos braços de Deus eu encontro meu carinho, meu consolo, recarrego minhas forças, alivia minha tristeza, somente ele sabe os meus motivos...


Tem momentos na minha vida que sou eu e Deus, às vezes e só ele para nos dar força nos momentos que precisamos. E às vezes precisamos tanto de um desabafo colocar para fora algo que está dentro do peito guardado, mas sei que é difícil, pois ninguém entenderia. Tem dia que bate aquela falta, uma tristeza que nem sabemos de onde vêm, não sabemos o porquê mais dói muito.

sexta-feira, outubro 07, 2011

Ronaldo e o menino com síndrome de down....


E apesar de tudo eu continuava minha vida, meus filhos cresciam e cada dia mais lindos minha razão de viver. Já estavam os dois na escola e eu continuava a levar e buscar participava de todas as reuniões de pais, participava ate das festinhas de escola enfim estava com os meus filhos em tudo. Um dia meu filho mais novo o Ronaldo chegou e muito sapeca me contou que tinha um menino que rasgava os cadernos e pegava pelo pescoço ele revoltado me disse que iria bater nele ele. Fiquei preocupada e fui à escola no dia seguinte conversar com á professora e contei a ela o que estava acontecendo. Então á professora chamou meu filho e perguntou a ele quem era o menino, ele foi e mostrou. Quando vimos o menino pude perceber que ele tinha síndrome de down. Então em nossa casa tive uma conversa com meu filho expliquei sobre aquele menininho e que ele era seu novo amiguinho. Daquele dia em diante ele começou a brincar com ele, às vezes não tinha muita paciência, mas começou a respeitar aquela criança. É muito importante isso ter acontecido, por que pessoas especiais deveriam conviver com nós assim podemos conhecer o desenvolvimento delas, eu vejo isso por mim mesma. Se eu não tivesse entrado na escola talvez hoje fosse bem diferente. Mas sempre ensinei os meus filhos hoje eles são dois rapazes e encaram a vida naturalmente e ate hoje eu sempre estou com eles em tudo que eles precisam, estou presente na vida dos meus dois filhos o tempo todo...


quinta-feira, outubro 06, 2011

Batizado do Ronaldo....


Quando meu filho Ronaldo nasceu meu marido decidiu fazer o batismo dele e como madrinha sua irmã, aquela que nunca me aceitou como esposa do meu marido. Eu fiquei surpresa naquele momento, e queria entender e perguntei a ele por que tinha feito aquilo, ele sabia que ela não gostava de mim. Com o nascimento do nosso filho os amigos do meu marido deram para nos um Boi, pois eles sabiam que nos gostávamos muito de festa. E a tal irmã do meu marido como era á madrinha e sempre autoritária não queria que chamasse ninguém tanto é que resolvemos fazer apenas um almoço na casa dela para algumas pessoas apenas. Foram assadas algumas carnes e não teve graça alguma, como tinha sido na casa dela respeitamos, não pudemos chamar nenhum amigo nossos. Foi tudo do jeito dela. Mas a partir daquele momento ela sentiu no direito de mandar no meu filho, chegou a dizer que poderia tomá-lo de mim. Aquilo foi virando uma confusão e afastamos dela, mas não adiantou quando eu menos a esperava entrava pela porta e sempre me atingindo por ser deficiente, tivemos muitas desavenças. Ela tinha um dom de me deixar para baixo, me humilhava, não suportei aquilo e coloquei-a pra fora de casa. Adorava fazer a cabeça do meu filho e sempre brigávamos por isso. Quando meu filho chorava falava para meu filho: Venha com á madrinha á mamãe não consegue carregar você, só à madrinha. Aquilo me deixava nervosa e sempre foi assim nunca mudou...

Sinto Falta das minhas irmãs....



Eu sinto falta de família, infelizmente a minha família não é assim, cada um para seu lado. Sinto falta das minhas irmãs ou ate mesmo de reunirmos todas, mas praticamente impossível. Não sei se elas pensam como eu, sinto falta mesmo, mas sei que as coisas não funcionam como nos queremos. Minha família de hoje são meus amigos que gostam de mim de verdade. Meus filhos e amigos estão o tempo todo ao meu lado, tenho muitos amigos maravilhosos, por que família não pode dizer o mesmo.

Boas Recordações....


Agora eu tinha carro, e saia sempre que podia ainda mais que meu professor na Auto-escola era deficiente, criamos uma amizade. Um dia fomos ate o Parque da Biquinha, fizemos churrasco, nos divertimos muito. Meu amigo nem parecia que era deficiente ele fazia coisas surpreendentes. Pois fica surpresa, mas foi bom, pois apreendi muito com ele. Ele é casado e tem filhos, e sua família tem um respeito enorme por ele, para mim foi muito bonito em ver uma família unida. A melhor parte de tudo é saber que ele é Feliz. Tenho muito orgulho de ter como meus amigos.

terça-feira, outubro 04, 2011

Acidente no centro de Sorocaba...


Desde a morte de minha mãe eu não conseguia passar o Ano Novo em Sorocaba, foram anos de sofrimentos. Eu tinha que sair daqui de qualquer jeito, aquele acidente não saia da minha cabeça parecia um filme que repetia. Meu marido sempre dava um jeito para que eu não sofresse, mas ele ficou desempregado e esse ano iria ser diferente não tínhamos dinheiro, ele não tinha condições de me tirar daqui e eu estava ficando sufocada. Então fui fazer um empréstimo como se isso adiantasse, mas parecia que aliviava minha dor. Iríamos dar um jeito, mas íamos sair dessa cidade, meus filhos sentiam meu sofrimento, a minha família já não era mais unida como antes, sentia falta dos meus irmãos. Um dia estava no centro da cidade com os meus filhos e marido e de repente houve um grave acidente, aconteceu perto de nós, e aquilo mexeu comigo, e quando vi aquele acidente fiquei paralisada meu marido me pegou no colo e colocou-me dentro do carro. Lembrei do meu acidente me deu um desespero e acabamos vindos embora perdesse a vontade de ficar ali. Eu cheguei em casa e fiquei deitada logo passava, mas tinha medo de sair na rua e foi difícil superar esse impacto que mexeu muito comigo.

Praia......


Então a partir dali eu sempre estava na praia, um dia uma amiga queria saber como eu iria á praia sendo assim, eu respondi assim como?
Ela me contou que não conhecia á praia então a convidei e ela me disse que tinha vergonha de ir á praia, disse a ela que lá todos eram iguais. Então um final de semana ela e seu marido foram comigo e minha família. Ficou meio encabulada ficou ate mesmo com vergonha de ficar de shorts perto do meu marido depois foi se soltando e se divertiu muito. O marido dela se queimou muito aquele dia, chegou a gemer a noite toda de dor, não estava acostumado nunca tinha ido á praia, mas rimos muito aquela noite. Depois daquele dia eles iam sozinhos e vivia chamando nós. Na verdade eu sem querer acabei levando ela e mostrando que ali todos são iguais, fazíamos incursões diretas e a família dela era os primeiros. Ela ate se soltou mais e já não me olhava estranho por me ver ali, alias já nem me via como antes e ainda dizia como você se diverte.
Fomos varias vezes juntas para praia e a cada ida ele gostava mais e eu ficava feliz. No réveillon juntávamos todos os pessoais e fazíamos a festa. Cheguei a ficar 20 dias nem queria voltar para á casa, foi um dos lugares onde eu me diverti muito. Começaram a tomar uma cervejinha e ela acabou se animando e foi para a água com ele ai era é alegria, na praia eu me senti bem e pude perceber que não existia preconceito, eu cheguei me esquecer de quem eu era me sentia livre. Foram dois anos maravilhosos, inesquecíveis

Adoro praia, adoro piscina mais acho que aqui eu não me sentiria tão bem e a vontade como na praia, pois aqui se você vai numa piscina você acaba virando o centro das atenções e eu não consigo me divertir e muito menos á vontade.  Não entro no mar, mas o fato de ficar na beirada já é suficiente, gostaria de ter essa sensação aqui, mas tem olho que enxerga demais.




Fomos para á Praia.....




Agora eu tinha carro já não era difícil eu colocava os filhos dentro do carro e saiamos para passear para todos os lugares eu me sentia livre.
Aquilo foi o maior presente que ganhei de meu marido ele chorava quando me via saindo com os nossos filhos eu via no rosto dele a felicidade. Continuava as mesmas dificuldades fazer o tratamento em meu filho, levavam eles para escola e fazia coisas que não podia fazer. Todos estavam felizes por mim eu saia de carro todos os dias, nos íamos direto para á praia, eu adorava dirigir, foram momentos muito felizes da minha vida, aquele carro como se fossem as minhas pernas, me levava para onde eu queria, eu ate mesmo ajudava pessoas levando ao medico. Foi sentimento de liberdade e também menos sofrimentos e assim foi mais uma conquista. Quase todos os finais de semana estávamos na Ilha Comprida, meu marido sentia-se orgulho de mim e mostrava para todo o carro da esposa. Eu tinha um vizinho deficiente e ele nunca viu o mar, então ele veio me pedir se eu não poderia levá-lo um dia, claro sim. Ele namorava e ela também não conhecia, então fomos todos para á praia. Fomos divertindo muito, paramos na Cabeça da Anta eles adoram. Eles não viam á hora de chegar à Ilha Comprida.
Eu e meu marido....amo tudo isso

Meu marido e meus dois Filhos Lindo que eu amo, Ronaldo e Luciano...

segunda-feira, outubro 03, 2011

Eu comprei meu carro adaptado...


Parecíamos que éramos amigas á muito tempo, então á advogada foi mostrar o carro, era um Monza adaptado igualzinho que eu fazia as minhas aulas. Ela me mostrou o carro e me deu a chave e disse que eu podia dar uma volta, então eu fui quando voltei o marido dela estava chegando, então me perguntaram se eu estava interessada no carro, disse que sim, mas não tinha condições. Ela ate sugeriu que eu financiasse, mas também não podia por que meu marido estava desempregado. Ela insistia, disse que tinha gostado de mim e queria muito que eu ficasse com o carro. Então expliquei minha situação a ela, naquela mesma hora ela pegou o telefone e ligou na agencia, eles eram pessoas conhecidas e tudo ficou acertado, fiquei tão feliz. E para não apertar a nossa vida demos o Santana de entrada, no mesmo dia eu pude vir para casa com meu carro todos nos estávamos felizes nossa aquilo significava muito pra mim...
Eu e meu filho Luciano, saímos sempre passear na casa da minha Irma Lena...

A Procura do meu carro....


Comecei a minha nova luta fui à busca do meu carro, quando eu encontrava o preço chegava a desanimar. E meu marido tinha sido mandado embora da TCS e não poderíamos fazer dividas, mesmo assim eu não desisti e continuei confiante em minha busca. Meus filhos sempre ficaram do meu lado essa busca durou exatamente um ano. Então conheci um senhor deficiente Sr. Ataíde ele morava na Av. São Paulo, ele trabalhava com adaptações para deficientes. Então levei meu carro e perguntei se ele poderia adaptar um Santana. Mas como iria ficar caríssimo fiquei triste por que não tínhamos condições, mas não desisti. Um dia o Sr. Ataíde me liga e disse que tinha encontrado um carro para mim, então fui imediatamente com meu marido chegando ate lá fomos informados sobre os detalhes do carro e o valor. Mas continuávamos sem condições o valor era muito alto ainda. Mas pegamos o endereço e fomos sem compromissos ao local onde estava á venda do veiculo. Chegando lá eu tive uma grande surpresa, quando entramos a dona do carro era uma Advogada muito bonita e para minha surpresa ela era cadeirante, conversamos muito aquele dia.
 

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